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Diagnóstico precoce de cardiopatia infantil é essencial para a saúde e o desenvolvimento das crianças 

Einstein em Goiânia oferece atendimento integrado, com exames diagnósticos e estrutura hospitalar para acompanhar doenças cardíacas na infância

As doenças cardíacas na infância podem estar presentes desde o nascimento ou surgir ao longo do desenvolvimento. As cardiopatias congênitas, decorrentes de alterações na formação do coração durante a gestação, são as mais frequentes e atingem cerca de um em cada 100 bebês. Enquanto algumas exigem apenas acompanhamento médico, outras demandam intervenções, como cirurgias ou cateterismos, ainda nos primeiros dias de vida. Já as cardiopatias adquiridas incluem condições como miocardites, pericardites, febre reumática, arritmias, miocardiopatias e doença de Kawasaki. Segundo a cardiologista pediátrica Mirna de Sousa, do Einstein em Goiânia, a identificação precoce dessas doenças é fundamental para planejar o tratamento e prevenir complicações. 

Os sinais de alerta variam conforme a idade. Em recém-nascidos e bebês, coloração arroxeada da pele, palidez excessiva, respiração acelerada, dificuldade para mamar, suor durante as mamadas e dificuldade para ganhar peso merecem atenção. Nas crianças maiores, cansaço desproporcional durante brincadeiras, falta de ar aos esforços, dor no peito, palpitações, tonturas e desmaios precisam ser investigados. “Mais importante do que um episódio isolado é perceber se existe recorrência ou uma mudança no padrão habitual da criança. Os pais conhecem muito bem seus filhos e, muitas vezes, são os primeiros a perceber que alguma coisa mudou”, alerta. Embora esses sintomas não indiquem necessariamente uma doença cardíaca, a avaliação médica é importante quando são persistentes ou recorrentes. 

O diagnóstico de algumas cardiopatias congênitas pode começar ainda na gestação, com a avaliação do coração fetal e a realização de ecocardiograma quando indicado. Após o nascimento, o teste do coraçãozinho, feito por oximetria de pulso, ajuda a identificar recém-nascidos com risco de determinadas cardiopatias graves. Resultados alterados, sopros cardíacos, suspeita de arritmias e outras alterações clínicas podem exigir investigação complementar com cardiologista pediátrico. Crianças com histórico familiar de determinadas doenças cardíacas ou de morte súbita em pessoas jovens também podem precisar de avaliação especializada. O diagnóstico antecipado permite planejar o parto, organizar a assistência ao recém-nascido e definir o momento adequado para iniciar medicamentos ou indicar procedimentos. 

Acompanhamento especializado 

O acompanhamento é individualizado, conforme o tipo e a gravidade da cardiopatia, e pode incluir consultas periódicas, exames, medicamentos ou intervenções. Além de tratar doenças já identificadas, o cardiologista pediátrico contribui para a prevenção de problemas cardiovasculares ao monitorar fatores como pressão arterial, colesterol, peso, crescimento e histórico familiar. “O diagnóstico precoce permite planejar todo o cuidado que essa criança vai precisar, desde a escolha do local do parto, nos casos mais graves, até o momento ideal para indicar uma cirurgia ou um cateterismo”, destaca a médica. Com tratamento adequado e acompanhamento contínuo, muitas crianças com cardiopatias, inclusive algumas condições complexas, podem crescer, estudar, brincar e manter uma vida ativa, respeitadas as particularidades de cada caso. 

Professor Denilson Alves é dono e Editor Geral do Portal de Notícias Nosso Goiás

No Einstein em Goiânia, além do acompanhamento sistemático na subespecialidade de cardiologia pediátrica, o cuidado conta com recursos para investigação e acompanhamento, incluindo ecocardiograma, ultrassonografia com Doppler, teste ergométrico, tomografia, ressonância magnética e exames laboratoriais. A estrutura hospitalar dispõe ainda de pronto-socorro pediátrico, internação, unidade de terapia intensiva, centro cirúrgico e serviço de hemodinâmica, que podem integrar a assistência conforme a necessidade clínica. A combinação entre avaliação especializada, exames e suporte hospitalar permite planejar o cuidado de forma individualizada, considerando não apenas a doença, mas também o crescimento, o desenvolvimento e a qualidade de vida da criança.

Sobre o Einstein em Goiânia  

O Einstein em Goiânia é o primeiro hospital privado da rede fora de São Paulo, inaugurado em 2021. Com 18 mil metros quadrados, a unidade dispõe de 35 leitos operacionais, cinco salas cirúrgicas, pronto atendimento 24 horas, incluindo ortopedia e pediatria, UTI, serviço de transplante de medula óssea, rins e fígado. Possui atendimento pediátrico completo, cobrindo desde procedimentos simples até casos de alta complexidade. Também foi pioneiro na implantação da primeira plataforma de cirurgia robótica de Goiás, com mais de 2 mil procedimentos realizados até o primeiro trimestre de 2026. A unidade conta, ainda, com um centro de ensino, que oferece mais de 15 cursos de pós-graduação em saúde e gestão hospitalar, além de formações de curta duração, e com um centro de inovação dedicado ao desenvolvimento de tecnologias para aprimorar o setor de saúde na região.    

Por FatoMais Comunicação

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