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70% dos profissionais dizem que benefícios influenciam permanência, mas empresas ainda não entregam o que mais engaja

Qualidade de vida, autonomia e segurança financeira passam a pesar mais que modelos tradicionais de benefícios

Os benefícios corporativos ganharam um novo papel dentro das empresas. Dados da MIT Sloan Management Review Brasil, em parceria com a Unico Skill, mostram que 70% dos profissionais afirmam que os benefícios influenciam diretamente na decisão de permanecer em um emprego, mas apenas 49% estão satisfeitos com o que recebem, evidenciando um desalinhamento entre oferta e expectativa.

Esse descompasso está ligado a uma mudança no perfil do trabalhador. Hoje, mais do que receber um pacote de benefícios, o colaborador busca soluções que contribuam diretamente para sua qualidade de vida, tragam segurança financeira e permitam maior autonomia no uso dos recursos.

Plano de saúde e vale-alimentação seguem entre os mais desejados, mas fatores como flexibilidade e possibilidade de escolha passaram a ter peso decisivo. Mais de 90% dos profissionais afirmam que gostariam de pacotes mais versáteis, enquanto apenas 14% das empresas oferecem esse formato.

Para Gabriel Parreira, Diretor de Produtos e Novos Negócios da Vólus, esse cenário mostra que o engajamento está diretamente ligado à utilidade do benefício no dia a dia. “Quando o colaborador percebe que o benefício atende necessidades reais, ele passa a enxergar valor de forma mais concreta, o que impacta na motivação e na permanência”, explica.

Na prática, benefícios que permitem maior autonomia tendem a gerar mais engajamento, já que dão ao trabalhador a possibilidade de decidir como utilizar o recurso, seja com alimentação, mobilidade, saúde ou educação, de acordo com suas prioridades.

Dentro desse contexto, empresas como a Vólus têm investido em soluções mais flexíveis, como cartões multibenefícios que reúnem diferentes categorias em uma única plataforma e acesso a redes de convênios, permitindo adaptar o benefício à realidade de cada colaborador e ao mesmo tempo otimizar a gestão para as empresas.

“Os benefícios deixaram de ser apenas um complemento e passaram a ser uma ferramenta estratégica. Quando bem estruturados, ajudam a reduzir a rotatividade, melhorar o desempenho das equipes e fortalecer o vínculo com os colaboradores”, destaca o especialista.

Por Aryclennys Jornalismo

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